Quando a maré subir
e devorar a tua soberba
refinada
talvez possamos sentar
sob a sombra do que somos:
- grãos de areia meio ao nada.
Quando a maré subir
e abalroar a tua embarcação
de mágoas
dar-te-ei um abraço
feito rio que no mar deságua.
Quando a maré subir...
Ah, bem-vindas serão as águas!
e devorar a tua soberba
refinada
talvez possamos sentar
sob a sombra do que somos:
- grãos de areia meio ao nada.
Quando a maré subir
e abalroar a tua embarcação
de mágoas
dar-te-ei um abraço
feito rio que no mar deságua.
Quando a maré subir...
Ah, bem-vindas serão as águas!

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